quarta-feira, 20 de junho de 2012

mai26

Arrefece o tempo
E o corpo jaz frio.
Que silêncio aqui!
Como fere este vazio…
Dói em mim, o sopro da vida,
Despida de tudo, já não respira.
Ouve-se o calar dos sons,
Tudo é cheio de nada.
As dores são agora ausentes,
Silenciadas em mares de agonia.
Cala-se a alma!

JoXavi
 

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