domingo, 21 de novembro de 2010

Tudo se vai

Tudo se vai

Vai-se a vida e as vontades,
Tudo se vai com o tempo.
A vida deixa saudades,
Nas memórias que invento.

Das botas de pequenino,
Da cama onde dormia,
Lembro-me Quando menino
Da casa onde vivia.

E de manhã muito cedo,
Deixava meu leito, meu ló,
Corria os montes sem medo,
Pela mão do meu avô.

Lá longe…. Muito além,
Onde o tempo descansa,
Sinto que vejo também,
Bocados da minha infância.

JoXavi

4 comentários:

  1. Bonito poema, escrito pela mão da saudade...
    Bela homenagem, bjs

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  2. Eles também têm um lugar especial no meu coração................

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  3. Maravilhoso poema! Sentido e bastante bonito.Parabéns!Madalena

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  4. Muito bonito. Um abraço e fico contente de ter conhecido o sr António.

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